Sexta, 26 Dezembro 2014 17:56

Meu direito de viver...

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Deixei-me abandonar,
 por minhas suaves lembranças,
por meus amores tão lindos,
 ora tão maus, ora tão mansos...
 Deixando secar o meu incontido  pranto...
 Mas como ficar inerte,
 diante desta triste constatação?

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